A escada convencional — com lances retos apoiados em vigas, pilares ou patamares — é a forma mais difundida de circulação vertical em edificações residenciais e comerciais. Embora pareça um elemento simples, ela recebe e transmite cargas à estrutura e precisa ser analisada em conjunto com vigas e pilares, não de forma isolada. Sua geometria depende de parâmetros como espessura, piso e espelho dos degraus, e o comportamento estrutural varia conforme as condições de apoio adotadas. Tratá-la como parte integrante do modelo evita simplificações que comprometem o dimensionamento. No AltoQi Eberick, o lançamento, dimensionamento e detalhamento de escadas convencionais é incorporado ao modelo da estrutura, com refinamentos disponíveis para cenários mais complexos.
O Eberick permite lançar escadas com lances retos apoiados em vigas, patamares horizontais intermediários e fixação em pilares ou paredes estruturais. O elemento é incorporado ao modelo de pórtico espacial, garantindo análise integrada com o restante da estrutura. O suporte inclui:
Diretriz prática: para um bom pré-dimensionamento, considere que a espessura da escada deve ter em torno de 3% do valor do vão livre. Recomendação: utilizar uma espessura mínima de 10 cm.
Antes de lançar uma escada define-se quantos lances e patamares ela terá; o lançamento é feito em cada croqui de altura, informando parâmetros como espessura, piso (profundidade do degrau) e espelho (altura do degrau). Aplicam-se continuidades entre os lances e o patamar, e a escada é incorporada ao modelo da estrutura. Há ainda recursos para níveis intermediários e correção de apoios inadequados. Assim, a escada é analisada de forma integrada ao restante da estrutura.

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