Reservatórios elevados são caixas d'água apoiadas na própria estrutura da edificação, normalmente posicionadas na cobertura para garantir pressão à rede hidráulica por gravidade. Por concentrar uma grande massa de água em altura, esse elemento influencia diretamente os esforços, os deslocamentos e a estabilidade global da estrutura — efeito que ganha importância em edifícios altos, onde a água armazenada representa fração relevante da massa total e altera a resposta ao vento. Por isso, o reservatório precisa ser modelado em conjunto com o restante da estrutura, e não como peça isolada. No AltoQi Eberick, esse elemento é integrado ao modelo de pórtico espacial, considerando o empuxo da água e permitindo projetar reservatórios de até 200 m² em planta apoiados diretamente nos elementos da estrutura.
Defina reservatórios elevados de até 200 m² em planta, apoiados diretamente nos elementos da estrutura, considerando o empuxo da água.
A análise é feita de maneira integrada no modelo de pórtico espacial, permitindo que o calculista avalie de forma global o efeito do reservatório na estrutura. Pode-se considerar diretamente a influência dos reservatórios nos esforços, deslocamentos e estabilidade global da estrutura, trazendo maior segurança nos resultados.
O programa gera todo o detalhamento dos reservatórios em planta e elevação, incluindo algumas opções adicionais:
O Eberick permite lançar, dimensionar e detalhar reservatórios elevados, apoiados diretamente nos elementos da estrutura, considerando o empuxo de água no cálculo, com a opção de adotar chanfro entre paredes ou entre paredes e lajes e com a possibilidade de engastar a ligação entre paredes e a ligação de paredes com lajes.
Por estar incorporado ao Modelo Integrado de análise (inclusão das lajes no modelo de pórtico), o reservatório elevado contribui para a análise de estabilidade global da estrutura. Isso é particularmente importante em edifícios altos, onde a água armazenada na cobertura representa uma fração relevante da massa total da edificação e afeta a resposta dinâmica ao vento.
O reservatório superior é lançado como a laje do reservatório (por exemplo, em um pavimento Cobertura ou Topo Reservatório), com o tipo de laje, o grupo de cargas e o peso da água (no exemplo do curso, um reservatório de 3.000 L). Esses elementos integram o pórtico espacial da estrutura. Quanto à estabilidade, a estrutura é processada (análise estática linear) e tem a estabilidade global avaliada na janela Resultados pelo coeficiente Gama-Z e pela análise de 2ª ordem (estruturas com Gama-Z acima de 1,10 são de nós móveis).

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